TEXTOS DO 7º C

19/11/2017

TEMA1 - INCÊNDIOS

OS INCÊNDIOS

    Era uma segunda-feira, dia 16 de outubro, tinha eu acordado com alguém a tocar à minha campainha. Vim cá fora e não vi ninguém, mas cheirava-me muito a fumo. Fui à varanda para chamar a minha mãe, pois não a estava a encontrar. Mal olho para trás, vejo muitas chamas, mas ainda afastadas de minha casa. Consegui os pinheiros a estalar e a arder. Como não encontrei a minha mãe, pensei ir ter a casa dos meus avós, pois era um terror olhar para as chamas. Quando lá cheguei, encontrei a minha tia e perguntei-lhe pela minha mãe. Ela respondeu-me que estava para o fogo.

    Passado um bocado, encontrei o meu irmão e o meu tio, com um colega dele. O meu irmão aconselhou-me a ir para casa, pois lá, estaria mais seguro, mas eu continuei ao pé dele e de repente, apareceu a minha mãe. Voltámos ambos para casa. Eu tinha ido vestir uma roupa velha, para ajudar a minha família a combater o incêndio.

    Concluindo, a minha família e o povo do Maladão andaram o dia inteiro a combater o incêndio, até que o conseguiram apagar e assim, conseguimos dormir todos tranquilos.

Afonso Martins Batista Castanheira

7º C Nº 1    

                                                            

OS INCÊNDIOS DE 15 E 16 DE OUTUBRO

    Nos dias 15 e 16 de outubro decorreram, na zona de Arganil, vários incêndios. A sirene dos bombeiros tocou, estava eu a almoçar com a minha mãe e vim logo a correr à rua, ver o que se passava. Viam-se chamas na serra, a lavrar cada vez mais rápido.

    Na noite de domingo para segunda-feira veio uma senhora dizer que o fogo ia chegar ao Vale da Nogueira, que é a terra do meu pai. A minha mãe foi logo ver o que se passava, felizmente não havia nada, mas pensámos que lá ia chegar. Estávamos todos com tanques e bilhas de água no largo, para que, se lá chegasse, o tentarmos apagar.

    O fogo virou para o lado da Sarcina. Foi uma vez um carro de bombeiros abastecer os tanques de água, mas daí em diante, nunca mais se viu um único carro de bombeiros. Os populares andavam a apagar o fogo e ouviam-se as chamas a queimar e a estalar. Quando o fogo estava quase apagado, começou a chover torrencialmente, o que foi uma boa ajuda.

    No dia seguinte, depois de tudo apagado, fui a Coimbra levar a minha irmã. Na estrada IC 6 estava tudo queimado e ainda se viam pequenos focos de incêndio. Foram dois dias péssimos, espero que não se voltem a repetir.

Duarte Miguel Henriques Fernandes 7º C Nº 6

 

INCÊNDIOS

    Num dos fins-de-semana de outubro de 2017 aconteceu uma tragédia que jamais será esquecida em Portugal, que foi os incêndios no concelho de Arganil, distrito de Coimbra. Eu, felizmente, não sofri consequências, nem vivi a experiência de ter a casa em perigo de arder, mas tenho colegas que contaram na sala de aula que alguns dos seus pertences arderam, que a casa deles esteve em perigo e um colega contou que a sua casa tinha ardido, mas que não se tinham magoado, nem sofreram problemas respiratórios com o fumo do fogo.

    Os incêndios são uma grande tragédia, em que ardem casas e pessoas e outras ficam gravemente feridas. Os bombeiros fazem tudo o que podem para apagar o incêndio e se pensarmos bem, eles sacrificam-se, para salvar casas e pessoas que nem sequer conhecem.

    Em suma, a partir de agora há que reflectir sobre o que cada um de nós tem de fazer para evitar este tipo de acontecimentos e também o que podemos fazer para ajudar quem foi atingido por esta tragédia.

Duarte Rafael Gaspar Neves 7º C Nº 7

 

O PIOR DIA DO ANO

    No dia 15 de outubro de 2017, domingo de madrugada, começaram vários incêndios em Portugal, foi terrível, porque a zona de Arganil também foi incendiada e algumas aldeias sofreram muito. Nesse dia de manhã acordei por volta das nove horas, saí à rua e vi um bocado de fumo de incêndio, mas como parecia estar muito longe, não dei importância. Passadas umas horas liguei a televisão para ver um filme, mas como faltava algum tempo para começar e não havia outro filme de que eu gostasse, fui ver as notícias. Estavam a falar sobre o incêndio da Lousã e o de Leiria. Fui à rua e vi outro incêndio para o lado de Côja. Decidi ir ao site fogos.pt e aí vi que não havia apenas dois incêndios, mas sim muitos mais e um deles era numa aldeia de Côja, chamada Esculca, onde estavam a minha irmã e a minha sobrinha. Telefonámos-lhes e soubemos que estavam encurraladas na aldeia, com outros habitantes e alguns polícias. Então, aí, começou a preocupação! Eu e a minha mãe fomos de carro até Côja e estavam lá muitos bombeiros e algumas pessoas que tinham conseguido evacuar da aldeia. Por volta das 17 horas conseguiram evacuar todos os habitantes, menos quatro que se recusaram a deixar as suas casas. Então, já de noite, conseguimos regressar todos para minha casa que fica nas Secarias. Às 23.00 saí para a varanda e vi o fogo…deitei-me na cama e com muita preocupação, acabei por adormecer.

    De manhã acordei, saí à varanda e cheirava muito a fumo. Então entrei e fechei a janela. Fui para a escola, mas estava muita gente no portão. Entrei e perguntei à Marisa e ao Rodrigo o que se passava e eles disseram que a escola ia fechar devido aos incêndios. Então fui-me embora e passei o resto do dia a ler livros.

Fátima S. Oliveira Gonçalves 7º C Nº 8

 

INCÊNDIOS

    Nos dias 15 e 16 de outubro, houve um grande incêndio, que afetou milhares de pessoas. Começando no dia 15, em que eu e a minha mãe fomos a Coimbra levar a minha irmã à faculdade. A caminho de Coimbra, em S. Pedro, vimos um enorme incêndio, mas não achámos muito grave. Ficámos preocupados com as habitações e também com a floresta. Fomos andando, cada vez mais depressa, até que chegámos a casa da minha irmã. Foi só deixá-la e às coisas dela e irmos embora.

    No caminho de regresso a casa, vimos um clarão enorme: era o fogo a aproximar-se. A minha mãe começou a entrar em pânico, porque os carros estavam todos a tentar andar, mas não conseguiam, porque não nos deixavam passar, a estrada tinha sido cortada, devido ao fogo. Tivemos de voltar para trás e fomos para um sítio aberto, onde se realiza a Feira do Espinheiro e ficámos lá a noite, sem perigo.

    Ao outro dia vimos que os carros passavam e não voltavam para trás e então decidimos arriscar. No caminho, vimos uma destruição enorme: árvores destruídas, camiões a arder, uma desgraça, que uns simples homens provocaram. Chegámos à rotunda da Moita e não conseguimos passar, devido ao fogo na minha aldeia, então a minha mãe teve a ideia de ir por Mouronho e lá fomos. Conseguimos passar e chegámos a casa. Era um cheiro a queimado, só cinzas no chão! Fomos ajudar a tirar os habitantes de casa e também a apagar o fogo, até à noite. Só fui para a cama descansado quando começou a chover.

Francisco Paiva Marques - 7º C  Nº 9

 

O Pior Dia em Portugal

 

    No dia 16 de outubro estava eu a acordar, quando ouvi nas notícias que Coimbra estava muito afetada em termos de incêndios. Foi uma tarde de terror, toda a gente da terra atarefada a tentar apagar o fogo. Estávamos sem bombeiros no terreno e sem comunicações e não tínhamos água suficiente para conseguir extinguir o incêndio. Cheirava muito a fumo e não conseguíamos ver nada, com muito fumo pelo ar.

    Todas as pessoas foram para lá, para ajudar, pois o fogo já tinha chegado às casas, tinha passado o Maladão e já estava a passar o rio, cada vez mais as pessoas estavam com medo que durante a noite chegasse às suas casas.

    Já quase ao anoitecer, encontraram uma pessoa que tinha rede e tentaram ligar para os bombeiros e quando o fogo estava a chegar perto das casas, chegaram os bombeiros que durante a noite passaram horas, a tentar apagá-lo, até que o conseguiram extinguir. A população, já mais tranquila, voltou para casa, mas continuámos sem comunicações, para contactar os familiares.

    Nesse dia toda a gente tinha medo, mas graças a Deus terminou esse pesadelo, pois os nossos Heróis Bombeiros, com poucos meios, conseguiram apagar os incêndios em todo o país.

Micaela Carvalho Nº12 7ºC

 

A tragédia de 15 de outubro

    O dia 15 de outubro foi um dia de tragédia no nosso concelho, foi um dia muito frustrante e de muita angústia. Foi um dia em que muitas pessoas, até da minha família, ficaram sem o trabalho de uma vida. Muita gente ficou sem casa, sem agricultura, sem carros, sem animais (sem comida para lhes dar) a até mesmo se emprego, pois houve muita indústria (têxtil, apicultura,madeira, etc) a ser devoradas pelo incêndio que decorreu neste dia de dor e tristeza. Houve também pessoas que não sobreviveram à tragédia, pois algumas não conseguiram fugir das chamas e outras teimaram em não abandonar os seus haveres, não resistindo.

     O fogo prolongou-se durante a noite do dia 15 para o dia 16 de outubro, fazendo com que os bombeiros e a GNR tivessem que evacuar muitas pessoas das aldeias e das pessoas que foram evacuadas, só se ouviam gritos e um olhar de tristeza de quem perdeu tudo. No dia 16 de manhã, o nosso concelho parecia de noite, com uma nuvem intensa de fumo e um cheiro insuportável a cinza, e tudo o que era verde estava completamente negro! Senti uma enorme tristeza e desagrado, vendo o nosso manto verde completamente reduzido a cinzas.

    Com tudo isto, acho que devemos, a população, um grande obrigado aos nossos bombeiros, à GNR e outras entidades, pelo trabalho árduo que tiveram nestes dois dias de mágoa. Eles são por vezes ainda criticados, não o merecendo. Um bem-haja aos nossos combatentes.

Rodrigo Rolão do 7ºC

TEMA2 - AUTORRETRATOS

Autorretrato

      Eu sou daquelas pessoas que não gosta de se meter em confusões. Sou calma, mas muito chorona! Então quando tenho de falar para o professor ou para a turma, fico com a cara que parece um tomate! Começo a tremer e a chorar.

      Tenho pavor a cães, parece que o meu corpo quer controlar o cérebro.

      Sou alta, muito magra, os meus cabelos são compridos, castanhos e lisos e os meus olhos são pequenos e castanhos. Sou magra porque como muito pouco em todas as refeições.

      Sou uma pessoa muito simples em termos de gostos: gosto muito de ler, de pintar e de desenhar. Sou capaz de ler um livro por mês, pois quando não tenho nada para fazer leio e antes de deitar também leio. Acho que ler me acalma e me ajuda a dormir melhor durante a noite.

      Há uma coisa que me irrita, que é quando na sala de aula um de nós diz uma resposta que não tem sentido e que está errada e os outros se começam a rir. Por isso é que eu só digo a resposta se tiver a certeza absoluta que está certa, mas isso acontece-me raramente, ou quase nunca.

      Mas nós temos de gostar de nós próprios tal como somos. Foi assim que nascemos e não podemos fazer nada quanto a isso.  

Carolina Loureiro Ramos Nº3 do 7ºC

 

Autorretrato

Eu sou gordo

pequeno e o meu nariz é pequeno.

Tenho cabelos loiros e castanhos

Olhos castanhos

e lábios normais 

Sou engraçado

Brincalhão

Bem-disposto

Sorridente

Simples

Trabalhador

Compreensivo

Atencioso

Carinhoso 

Amoroso

Inteligente

Não sou tímido, às vezes chato.

Gosto de jogar à bola

Andar de bicicleta

Ir às compras

Ver televisão

Contar anedotas

Passear

Andar de carro

Tirar fotos

Ir às redes sociais

Falar com pessoas normais 

Saltar no trampolim

Ouvir histórias assustadoras e de aventura

Adoro jogar playstation

Ouvir música

Participar em corridas de carrinhos de rolamentos

…e ajudar o meu tio a arranjar automóveis.

Afonso Castanheira  Nº 1  7ºC

 

Autorretrato

      Olá! Eu sou o Simão Lopes, tenho 12 anos, sou residente em Arganil e sou português. Sou alto e magro, uso óculos e tenho o cabelo encaracolado de tamanho médio. Sou simpático, educado e gosto de ajudar os outros. Os meus colegas acham-me engraçado porque consigo fazê-los rir com muitas brincadeiras e piadas.

      Eu adoro futebol e andar de bicicleta. Também gosto de assistir a futebol americano, programas de televisão e ouvir música. O tipo de música que eu gosto é portuguesa e africana e não gosto de música clássica.

      Eu pratico futebol às segundas, às quartas e aos sábados. 

      As minhas comidas favoritas são: bitoque, carne de porco à alentejana e frango assado com batatas fritas, mas não gosto de bacalhau nem de qualquer peixe. 

      O meu melhor amigo é o Duarte Neves. Em relação ou Duarte, eu sou alto, mas em relação ao Tomás Quaresma, eu sou de estatura média.
 A minha família é constituída por quatro elementos: a minha mãe, o meu pai, o meu irmão, e eu.  Concluindo, sou feliz com a minha vida.

Simão Lopes 7ºC

 

 

TEMA 3 - A NOTÍCIA

 

Partida de Cavaleiro em peregrinação à Palestina

    Um cavaleiro vai partir em peregrinação, na próxima primavera, da Dinamarca até à gruta onde o Menino Jesus nasceu.

    O cavaleiro anunciou a sua Peregrinação de dois anos na noite de natal,  dizendo que regressará daqui a dois anos. A sua mulher está muito preocupada, pois a viagem é muito longa e difícil, mas não tentou convencer o marido a ficar, pois ninguém deve impedir um peregrino de partir. O cavaleiro ainda pretende conhecer outros lugares do mundo e parece confiante na sua peregrinação até Belém. Apesar da preocupação da família, o cavaleiro não vai desistir.Esperemos que ele regresse daqui a dois anos com saúde e sem ferimentos e que traga muitos conhecimentos.

Tomás Quaresma  N: 18 7ºC

 

Cavaleiro a caminho da Palestina

    Um cavaleiro vai partir amanhã, dia 12 de janeiro, para a Palestina, com o objetivo de visitar a gruta onde Jesus nasceu e os locais sagrados.

    Os servos, os criados e a sua família ficaram muito preocupados com o anúncio da viagem porque é longo, o percurso e muitas vezes as pessoas que o fazem não voltam a casa. Contudo, o cavaleiro está confiante que vai voltar, o que já foi prometido. Irá fazer a rota marítima até à Palestina e depois voltar para a Dinamarca. A viagem durará dois anos e terminará antes da noite de Natal, que passará com a sua família e amigos, como de costume.

Simão Lopes, 7.º C

 

Cavaleiro em peregrinação à Palestina

Um cavaleiro da Dinamarca anuncia à família, na noite de Natal, que irá partir na próxima Primavera, numa longa peregrinação à Palestina.

Neste Natal, um cavaleiro dinamarquês anunciou à sua família, amigos e criados, que daqui a um ano não passarão o Natal juntos, pois pretende ir rezar no local onde Cristo nasceu. O Cavaleiro irá fazer uma peregrinação à Terra Santa, pois quer passar o natal onde Cristo nasceu, onde os pastores, os Reis Magos e os Anjos rezaram. O cavaleiro também afirmou que, tendo em conta a longa e difícil viagem, irá estar ao pé da sua família daqui a dois natais. Pra além de ir à gruta onde Cristo nasceu, também pretende visitar mais algumas aldeias, vilas e cidades do mundo, que ainda não conhece.

 Duarte Miguel Henriques Fernandes Nº6 7ºC 

 

Peregrinação de Cavaleiro da Dinamarca

    Um Cavaleiro da Dinamarca anunciou ontem à sua família, amigos  e criados que irá partir numa peregrinação à Palestina, à Gruta de Belém. Partirá na próxima Primavera, e só regressará à Dinamarca dentro de 2 anos.

    A mulher do Cavaleiro ficou aflita e inquieta com a notícia, pois as viagens são longas, perigosas e difíceis e quem parte, poucas notícias pode mandar e, muitas vezes, não regressa. Isto não convenceu seu marido a ficar, pois ninguém impede um peregrino de partir. Irá para a Palestina de barco e a sua viagem terminará na Palestina, na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos, o Cavaleiro também quer rezar na gruta por isso, passará o próximo Natal em Belém. Acrescentou que irá conhecer, no regresso, outras cidades pelo mundo e também novas pessoas.

Micaela Carvalho N°12 7°C 

 

Anúncio Inesperado à família

    O Cavaleiro da Dinamarca anunciou à sua família que iriá partir em peregrinação à gruta de Belém. Amanhã, dia 1 de fevereiro, o Cavaleiro sairá da sua casa, onde começará a sua peregrinação.

    O Cavaleiro vai dirigir-se à cidade mais próxima da sua terra, onde embarcará rumo à Palestina numa viagem que durará 2 anos. Disse à família que gostava de passar o próximo natal na gruta, porque foi onde Cristo nasceu e lá rezaram os pastores, os anjos e os reis magos. O Cavaleiro prometeu que regressaria daqui a 2 anos, mas sabe  que todos ficam preocupados com aquela viagem longa e inesperada. Ele ainda quer aproveitar esta viagem para, no regresso,  conhecer as cidades italianas.

Tomás Cardoso, 7º C

 

Partida para a Palestina - A longa viagem à Terra Santa.

 

Um Cavaleiro anunciou à sua família que vai fazer uma viagem, partindo amanhã, em peregrinação à terra Santa. O Cavaleiro vai partir de barco, para essa viagem extraordinária.

          A família recebeu a notícia com espanto e a mulher ficou muito preocupada, pois é uma viagem longa e não se sabe o que pode acontecer.

            O Cavaleiro irá fazer esta viagem difícil, porque pretende conhecer o lugar onde Cristo nasceu, onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos e ele também quer lá rezar. A viagem durará dois anos, mas o viajante está confiante que tudo irá correr bem e que no próximo Natal estará de volta, como prometeu à sua família. Pretende também, no regresso, conhecer algumas cidades, como por exemplo: Florença, Génova, Ravena, Bolonha, Ferrara…

         O Cavaleiro sabe que vai ser difícil, a viagem, mas ele está confiante que tudo irá correr excelentemente bem.

 

Marisa Pereira  Nº11 7ºC

Partida para Belém

 

       Um cavaleiro da Dinamarca acaba de anunciar à sua família a sua partida para Belém, amanhã, dia 6/01, do porto mais próximo de sua casa.

     O cavaleiro irá embarcar rumo à Palestina numa viagem de 2 anos até regressar a casa, como prometeu à sua família e amigos. O cavaleiro quer fazer esta viagem porque quer passar o próximo natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores. Também quer aproveitar para, no regresso, conhecer as cidades italianas.

Afonso Castanheira, Nº 1, 7º C

 

Partida de cavaleiro dinamarquês para a palestina.

    Na noite passada, um cavaleiro informou a família que não poderiam celebrar o próximo natal juntos, pois ira partir na próxima primavera, do porto mais próximo, para a palestina, para visitar a gruta onde Cristo nasceu.

    A família pensa que esta é uma má escolha, pois a viagem é muito perigosa e demorara muito tempo.

Nuno Guerra, 7º C

 

Viagem de cavaleiro à Palestina

 

    Um cavaleiro da Dinamarca decidiu fazer uma viagem a Belém, no início da Primavera, como o objectivo de visitar a gruta onde Cristo nasceu e também visitar outros lugares por onde Cristo andou.

    O cavaleiro anunciou à sua família, aos amigos e também aos seus criados, que irá partir em peregrinação à Terra Santa e que passará o próximo natal na gruta em que Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos, mas que só voltará daqui a dois anos, passando o primeiro natal com Cristo, na gruta, mas o outro com sua família. Partirá no início da Primavera, para cumprir a sua promessa.

 Rodrigo André Costa Ferreira, Nº14,  7ºC

 

Partida do Cavaleiro

 

    Na noite de natal, na sua aldeia na Dinamarca, um cavaleiro anunciou à família e aos amigos que irá partir para a Palestina, para visitar o lugar onde Cristo nasceu.

    O cavaleiro embarcará na cidade mais próxima rumo à Terra Santa onde pretende passar o próximo natal. A noticia deixou todos preocupados contudo, o cavaleiro prometeu estar de volta dentro de dois anos, para com eles comemorar o natal seguinte.

    Apesar de o principal objetivo ser visitar os lugares onde Cristo nasceu, aproveitará para conhecer outras cidades, tais como Jerusalém e rezará no Monte do Calvário e no jardim das Oliveiras. 

David, n.º4, 7º C

 

 

 

TEMA 4 - A CARTA

 

Carta do Cavaleiro

 

Veneza,17 de fevereiro 1415

Querida família,

Estou em Veneza. Por cá, tenho ouvido várias histórias e também tenho conhecido a cidade. Veneza é uma cidade bela, romântica, com vários canais de água.

Nesta cidade já conheci pessoas muito simpáticas e já fiz alguns amigos. Aquilo de que gostei mais nesta maravilhosa cidade foi andar de canoa pelos canais, é uma paisagem incrível.

Vou passar cá mais uns dias e depois partirei, para estarmos juntos em casa pelo natal.

Despeço-me enviando um grande beijo para todos,

Cavaleiro

 

P.S: Quando eu voltar, levo-vos algumas recordações.

Afonso Castanheira nº1, 7ºC

 

Carta do Cavaleiro

Veneza, 15de janeiro de 1420

  Querida Família,

   Estarei na aldeia no próximo natal para comemorar com vocês e passaremos uma noite incrível!

Irei levar algumas lembranças dos locais por onde passei. Estou hospedado numa casa de um senhor muito gentil e não se preocupem, porque eu estou muito bem! Estou a enviar esta carta para não ficarem preocupados comigo e espero que vocês estejam bem, porque eu não quero perder mais um natal sem vocês!

   Mando cumprimentos a toda a família.

   Beijinhos e até ao próximo natal.

Cavaleiro da Dinamarca  

André Duarte, 7.º C

Carta do Cavaleiro

Veneza,15 de fevereiro 1420

  Querida família,

  De momento, encontro-me na viagem de regresso e aí estarei no próximo natal, para o comemorar com vocês, tal como prometi.

  Há muitas pessoas por aqui que são muito simpáticas e que não gostam de abandonar os outros em horas de aflição.

  Eu penso muito em vocês, mas ainda não visitei o que tinha de visitar, mas devagar se vai ao longe. Irei gostar de estar aí com vocês para matar as

saudades e levar algumas recordações, para me lembrar de todas as aventuras que tive até agora.

  Não tenho mais palavras para vos dizer, mando esta carta para todos vós e espero podermos comemorar todos as festas felizes.

  Um abraço,

  Cavaleiro da Dinamarca.

David Duarte, 7.º C

 

Carta do Cavaleiro

 

Carta do Cavaleiro

Veneza,9 de Fevereiro de 1420

    Querida família,

   

   Acabei de chegar a Veneza e estou encantado com a beleza desta cidade! As ruas são canais e os palácios refletem os mármores, as pinturas e as colunas nas águas brancas desses canais.

   Aqui, os homens vestem-se de damasco e as mulheres de vestidos bordados.

   Quando fui a uma loja perto de um canal, roubaram-me a mala e só fiquei com 10 centavos. Dois vão ser para pagar o envio desta carta e só fico com 8 centavos para conseguir viajar de novo para casa. Tive sorte, porque um mercador teve pena de mim e hospedou-me no seu palácio. Quando anoiteceu, o mercador contou-me as histórias de Jacob Orso, Vanina e Guidobaldo. Quando regressar a casa, conto-vos essas histórias!

    Estou com saudades de casa!

    Espero a resposta!

    Despeço-me, enviando as minhas saudades para todos.

 

 Cavaleiro

Carta do Cavaleiro

Veneza, 3 fevereiro 1815

Querida Família.

Estou com muitas saudades vossas. Estou em Veneza, em casa de um mercador que foi comigo para Belém e como começou a ficar muito vento e o mar a estar bravo, decidi aceitar o convite dele. Penso partir amanhã, mas não sei se há algum barco que me leve por isso, não sei se vou conseguir estar aí convosco no natal, mas se não estiver, desejo-vos já um feliz natal, mas não fiquem preocupados, eu estou bem.

Despeço-me de todos vós e fiquem sabendo que vos adoro.

Cavaleiro da Dinamarca.

Carolina Ramos, 7.º C