TEMA 3 - A ENTREVISTA

Conhecendo os BTS

Os BTS são um grupo musical coreano, sendo o estilo musical mais conhecido como k-pop. Foi dos primeiros grupos coreanos a ser mundialmente conhecido. Por este motivo, hoje estamos a entrevista-los, com a presença de um tradutor para facilitar a comunicação.

 

Entrevistador: Bom dia! Poderiam apresentar-se aos espectadores?

Rap Monster: Olá! eu sou o Rap Monster e sou o líder dos BTS.

(Palmas)

V: Eu sou o V. Prazer em conhecer-vos.

(Palmas)

J-Hope: Olá! Eu sou a vossa Hope (esperança), vocês são a minha hope eu sou o J-Hope.

(Palmas e risos)

Suga: Olá! Eu sou o Suga, muito prazer.

(Palmas)

Jungkook: Olá! Eu sou o Jungkook e sou o maknae (membro mais novo).

(Palmas)

Jin: Eu sou o Jin, mais conhecido como World Wide handsome (bonito mundialmente)

(Palmas e risos)

Jimin: Prazer em conhecer-vos, eu sou o Jimin.

(Palmas)

Entrevistador: Vocês são mundialmente famosos e são adorados pelos fãs. As vossas fãs chamam-se Army, porquê?

JM: Em coreano, o nosso nome significa escuteiros à prova de bala, que em inglês é bulletproof Boys Skouts, daí a sigla BTS. As nossas fãs são o nosso exército "Army" porque estão sempre lá a apoiar-nos.

(Assobios e palmas)

Entrevistador: Rap Monster, é verdade que aprendeu inglês sozinho?

RM: É verdade. Houve uma época em que quase que era uma regra para os pais coreanos fazer com que os filhos assistissem à série FRIENDS. A minha mãe comprou-me 10 DVD de todas as temporadas. Então, eu assisti primeiro com legendas em coreano, depois com legendas em inglês e por fim acabei por tirar as legendas. Foi assim que aprendi a falar inglês. Na altura, sentia-me zangado por ser obrigado a assistir à série, mas no final sair vitorioso.

Entrevistador: As vossas músicas são muito pessoais, falam sobre saúde mental e outros assuntos importantes para vocês, certo?

SG: No mundo, existem diferentes idiomas, mas acho que todos nós podemos compartilhar a mesma mensagem... acho que as músicas são feitas para as pessoas de todos os países, todos sentimos dor, alegria e outros tipos de emoções. É a música que nos une.

Entrevistador: Quais são os vossos planos para 2018?

V: Estamos a trabalhar numa nova música que deve sair em meados de agosto e iremos cantá-la pela primeira vez na nossa próxima tournée em Portugal e Espanha, em setembro.

Entrevistador: Gostaria de fazer muitas mais perguntas, mas o programa está a acabar. Muito obrigado pela vossa presença e cooperação.

RM: Nós é que agradecemos por esta entrevista.

Todos: Adeus!

(Palmas)

Andreia Filipa Ferreira, Nº 3

 

Entrevista a J. K. Rowling

 

Hoje vamos falar com a escritora britânica que é conhecida pelos seus maravilhosos livros sobre Harry Potter. a sua fama começou com um livro encantador para todas as idades. Vamos falar um pouco com a autora e sobre os seus livros.

 

Entrevistador: Bom dia! Vamos lá às perguntas. Enquanto escrevia, já sabia quais eram as personagens que iriam morrer?

JK Rowling: Sim, sabia todas as personagens que iriam morrer.

Entrevistador: como se sentiu ao "matar" algumas personagens de que gostava? Isso deve ter acontecido, não?

JK: Sim. Matei personagens que amava. É horrível, não é? Chorei imenso ao escrever o quarto livro. Esse livro "matou-me".

Entrevistador: Como se sentiu quando acabou de escrever Harry Potter e os Talismãs da Morte, o último livro da Saga?

JK: Quando o acabei de escrever, primeiro estava encantada, mas então cheguei a um momento em que eu chorei de uma forma que só tinha chorado uma vez, quando a minha mãe morreu. Foi incontrolável e eu não sou uma pessoa chorona. Não era só o mundo de Harry Potter que tinha acabado, era a minha rotina de trabalho e de vida.

Entrevistador: Por que usou o nome JK, sendo o seu nome Jo?

JK: É só porque a minha editora britânica, quando saiu o primeiro livro, achou que era é um livro totalmente para rapazes. Então eles não quiseram que os rapazes soubessem que tinha sido uma mulher a escrevê-lo, portanto, eles perguntaram "Podemos usar as suas iniciais"? E eu disse, "Está bem, mas eu só tenho uma inicial. Não tenho nome do meio." Então eu fui buscar o nome da minha avó preferida, Kathleen. Mesmo assim, o nome enganou os rapazes por uns tempos, mas como comecei a colocar fotos minhas nos livros, então ninguém podia dizer que eu era um homem...

(risos)

Entrevistador: Obrigado pelo seu tempo.

Maria Eduarda, 7º A

 

Entrevista a Cameron Alexander Dallas

 

Hoje iremos ficar a conhecer algumas coisas sobre a vida de Cameron Dallas que alguns fãs estão curiosos para saber.

Entrevistador: Olá Cameron, podes apresentar-te, por favor?

CD: O meu nome é Cameron Alexander Dallas, tenho 21 anos e sou do Canadá. Sou modelo, cantor e  YouTuber.

Entrevistador: Como foi entrar para a Magcon?

CD: A minha vida mudou bastante desde que entrei na Magcon, fui onde toda a minha carreira começou. A melhor experiência da minha vida, sem dúvida.

Entrevistador: Como é para ti saberes que és o ídolo de milhões de pessoas?

CD: Sinto-me muito bem ao saber disso. Saio à rua e há sempre pessoas que me reconhecem e isso é fantástico, motivo do meu trabalho e dedicação.

Entrevistador: quando lançaste a tua primeira música, recebeste alguns comentários de "hate". Como reagiste a eles? Alguém te rebaixou?

CD: Eu não fiquei muito triste, pois havia muitos mais comentários de fãs, que me deram toda a motivação.

Entrevistador: Agora, a última pergunta que todos esperavam: Cameron, tu e o Shawn Mendes afastaram-se bastante. O que aconteceu? Alguma discussão, ou intriga?

CD: Nunca houve uma intriga ou uma briga, nos afastámo-nos sim, porque ele deixou a Magcon para fazer uma carreira de cantor a solo e por isso afastámo-nos, pois não dava muito tempo para estar juntos.

Entrevistador: Cameron, obrigada por tudo.

CD: Então adeus, gostei muito de estar aqui.

 

Juliana Gonçalves, número 12, 7º A

 

Entrevista a J K Rowling

 

Iremos abordar J K Rowling com algumas perguntas que as fãs fazem frequentemente.

Entrevistadora: como reagiu quando a editora Bloomesbury lhe anunciou que ia publicar o primeiro livro de Harry Potter?

JK Rowling: No início, pensava que se o livro chegasse a ser publicado, talvez fosse lido por algumas crianças. Quando foi finalmente publicado, passei a "andar nas nuvens". Agora podia dizer que era escritora. E que alegria isso me dava! Mais tarde, comecei a ser nomeada para prémios. Recebi o Smarties Book Prize e o livro foi vendido para a América.

Entrevistadora: como se sentiu quando foi aos Estados Unidos ler passagens dos seus livros?

JK Rowling: Estava completamente aterrorizada quando fui aos Estados Unidos para ler, pela primeira vez, passagens dos meus livros. Sabia bem quais eram as partes que as crianças britânicas achavam mais engraçadas, mas as crianças americanas iriam gostar da mesma forma? A verdade é que elas gostaram das mesmas passagens. Acho que as crianças são sempre crianças em qualquer parte do mundo.

Entrevistadora: Tenciona escrever para adultos?

J K Rowling: muita gente me pergunta isso, embora eu não penso que seja preciso escrever para adultos, para me tornar uma escritora a sério. Não me importo se continuo a ser descrita como autora de livros infantis e juvenis até ao resto dos meus dias. Se eu tiver uma boa ideia para um livro para adultos não hesitarei em escrevê-lo.

Entrevistadora: Por agora é tudo. Muito obrigada.

Espero que esta entrevista tenha respondido a algumas perguntas dos fãs e agradeço a J K Rowling por ter aceitado participar nesta entrevista e pelo tempo que despendeu.

 

Francisca Costa nº 8 7º A

 

TEMA 2 - A NOTÍCIA

Desastre em Hamburgo - Gaivota encontrada morta

    Ontem, dia 24 de janeiro de 2018 à tarde, foi encontrada morta em Hamburgo uma gaivota a que deram o nome de Kengha.

    A gaivota Kengha morreu devido a uma maré negra e foi encontrada com o corpo com petróleo. A causa da morte foi asfixia com a substância. Muita gente em Hamburgo ficou revoltada com os humanos que causam marés negras.

    Com cada vez mais derrames de petróleo, muitos mais animais morrerão, devido à acumulação dessa substância no seu corpo.

Matilde Andrade, 7º A- número 18

 

Poluição nos mares mata uma gaivota

    Na quarta-feira dia 24 de janeiro, uma gaivota foi encontrada por um gato chamado Zorbas numa varanda de uma família que se encontrava de férias nessa altura.

    Ela estava coberta de petróleo e em muito mau estado. Zorbas conta que ela tinha sido arrastada por uma maré negra e já muito fraca, conseguira voar até o porto de Hambugo.

    Segundo a família, a gaivota já estava morta há alguns dias quando eles chegaram e tinha deixado um ovo.

Mariana Caldeira, 7º A

 

Morte de mascote do maior barco do país

    A manhã do dia 25 de janeiro foi assinalada por uma infeliz morte no porto de Hamburgo.

    A gaivota Kengha, conhecida por ser a mascote do barco "Lua e Sol" do capitão Harry, morreu às 8:45 de ontem, no momento em que pôs o seu primeiro ovo. Essa morte deveu-se ao facto de mais uma ação do homem. "Kengha estava a comer o seu petisco da manhã quando foi apanhada por uma onda negra" disse-nos o capitão Harry. A maré negra referida pelo capitão era a maré de petróleo que tinha sido entornada por um petroleiro ali perto.

    Kengha, depois de ter sido apanhada, ainda tentou voar mas não conseguiu, deu à costa, no seu último suspiro, pôs o seu ovo que vai ser aceite e acolhido na família de Harry.

Maria Eduarda, 7º A

 

Gaivota morre em Hamburgo

    Ontem, pela tarde, uma gaivota foi encontrada morta por um grupo de jovens no porto de Hamburgo.

    Ontem, dia 25 de janeiro de 2018, com a grande acumulação de petróleo nas marés de Hamburgo, uma gaivota que ia com o seu bando a migrar foi apanhada por uma onda de petróleo, acabando por morrer.

    Cientistas confirmaram: "Ainda se tentou salvar voando para Hamburgo" e apelam para a diminuição do derrame de petróleo para os oceanos que causa a morte de milhares de espécies de animais.

Andreia Filipa Dias Ferreira, 7º A

 

Acidente no mar

    Morte de uma gaivota causada por maré negra em Hamburgo, no dia 25 de janeiro.

    Ontem, dia 25 de janeiro de manhã bem cedo, um bando de gaivotas encontrava-se a comer peixes no mar do porto de Hamburgo, quando se ouviu uma alerta. Todas as gaivotas voaram, mas ficou uma para trás pois pois estava debaixo de água. Quando veio à costa, viu que estava sozinha e presa na maré negra de petróleo. Depois de várias tentativas, a gaivota Kengha voou até a varanda onde morava um gato. Kengha encontrava-se num péssimo estado, com as asas coladas de petróleo. Morreu nessa mesma varanda, após por um novo.

Juliana Gonçalves 7º A

 

Kengha morre

    Hoje, dia 25 de janeiro, uma maré negra de petróleo causa a morte de uma gaivota no porto de Hamburgo.

    Hoje pela manhã, uma gaivota foi encontrada morta numa casa, no porto de Hamburgo. Devido a uma maré negra do petróleo, uma gaivota que mergulhara no mar à procura de arenque, ficou presa, apenas conseguindo voar até uma varanda de uma casa onde veio a falecer.

    Esta tragédia estava prevista devido à existência de poluição que se encontra no mar de Hamburgo.

Francisca Costa, 7º A, Nº 8

 

Drama em Hamburgo

    Gaivota morre no porto de Hamburgo no dia 25 de janeiro devido a maré negra.

    Uma gaivota chamada Kengha, morreu tragicamente por causa da maré negra. Pelo que soubermos, Kengha foi buscar o seu quarto peixe, quando foi apanhada pela maré negra de petróleo. Ela tentou voar com a sua pouca força, mas enquanto voava, caiu numa varanda em Hamburgo, onde pôs um novo. Nesta varanda estava um gato que se chamava Zorbas, a quem ela pediu 3 promessas: fazer nascer a gaivotinha, cuidar da gaivotinha e ensiná-la a voar. Por fim, Kengha acabou por morrer, faz hoje 3 dias.

Leandro Pedro, 7º A

 

TEMA UM -  LIVRE

 

Um fim de semana de terror

    Em meados de outubro, estava eu em Ponte de Lima a passar um fim de semana com os meus pais, os meus avós e um amigo nosso, quando no domingo, às três da tarde, hora de regressar a casa, uma amiga minha me telefonou a dizer que havia fogo na zona de Penacova e que também estava perto das nossas povoações. Eu, preocupada, fui logo dizer aos meus pais, mas eles não ficaram muito ansiosos porque acharam que a situação estaria controlada, no entanto, na viagem de regresso, o trânsito estava parado, porque as estradas estavam cortadas.

    Tivemos que passar a noite em Penacova, junto ao quartel dos Bombeiros. Já lá estavam muitas pessoas. Havia um grande movimento de bombeiros, que chegavam frustrados e cansados porque não conseguiam entrar em certas povoações por falta de meios, do fumo intenso e das chamas.

    A minha família estava muito preocupada porque o irmão da minha mãe, o meu padrinho, estava em sua casa, rodeada de fogo, com a mulher e a filha. Estávamos muito aflitos, porque não conseguíamos falar com eles, não havia contacto telefónico. Só de madrugada é que a minha mãe falou com o meu padrinho e ficámos mais descansados. Voltámos para casa com a ajuda dos bombeiros, por volta das sete horas da manhã. Ao longo de todo o trajeto ainda havia pequenos focos de incêndio, muito fumo, ramos e fios caídos e muitas casas e árvores queimadas.

    Assim, apesar de ter sido um grande susto e de a paisagem à nossa volta estar muito negra, toda a minha família está sã e salva.

    Letícia Batista Turma A 

Os incêndios

    Há duas semanas atrás, viveram-se uns dias muito trágicos: Pessoas queimadas, pessoas que ficaram sem habitação, pessoas que perderam os seus familiares e até pessoas que fizeram tudo, para salvar os animais.

    Este incêndio destruiu tudo, já não se vê quase nada de vegetação, como dantes, em que tínhamos a paisagem toda verde! Muitos turistas vinham admirar o verde da paisagem, mas agora vai demorar, até voltar a estar tudo como era. Isto vai ficar marcado muito tempo, na vida das pessoas.

    Eu estava na aldeia da Benfeita e tive de fugir, porque o fumo já era tanto...a caminho de Arganil, deu-me vontade de chorar, só de pensar que o meu avô, ao ajudar a combater o fogo podia morrer e com ele, também os pais dos meus amigos. Isto foi muito triste!

    Quando voltei, aquela aldeia não era a mesma, as pessoas mudaram, todos temeram pela vida! Houve uns ingleses cuja casa era de madeira e pediram ajuda a um homem que ia a passar na rua, mas ele disse que não ajudava e virou-lhes as costas...tudo o que estava em casa, ficou queimado, só não ardeu a chaminé, que era de pedra.

    Há muita gente que diz: "Temi pela minha vida, e pela dos meus familiares."

Luísa Martins Gonçalves 7º A

Coisas esquisitas da vida

    Porque é que há o dia e a noite? Porque é que o mar é azul? Porque é que há o castigo e as proibições? São perguntas para as quais não há respostas certas. Os nossos pais, avós, amigos etc. dizem que o céu é azul por causa do reflexo do céu. E outros dizem que é assim o fundo do mar.

    Questiono-me: e quando os nossos filhos também nos perguntarem porque é que o mar é azul? Ficamos bloqueados porque não sabemos a resposta que lhes daremos. Por isso, estou de acordo que haja a escola, pois os professores podem-nos dar as respostas a certas perguntas. Há no entanto uma pergunta para a qual eu ainda não sei a resposta: Porque é que os nossos pais nos têm e depois nos abandonam nos hospitais? Parece que não gostam de nós! Pois foi o que me aconteceu! Espero que os professores, ou os familiares, me ajudem a descobrir uma resposta…

Andreia Regina Fonseca Cardoso  Nº 4  7º A

A menina curiosa

    Porque é que a relva é verde e o céu azul? Porque é que a água molha? E as nuvens são feitas de algodão? Estas eram as perguntas que a menina Ritinha fazia aos pais, avós e professores. Era a menina mais curiosa do reino, até se via no seu olhar a vontade de fazer perguntas. 

- Mas onde é que ela vai buscar tudo aquilo? – diziam os pais, fartos de a ver fazer perguntas aqui e acolá.

    Bem, nem ela mesma sabia. Simplesmente tinha vontade de saber sobre tudo o que há no mundo. Até já tinha um plano de viagens, para quando fosse adulta. Queria conhecer todo o tipo de pessoas, culturas, raças, tudo. Na escola os professores nem conseguiam dar as aulas, pois ela não parava nem um segundo de fazer perguntas.

    Certo dia, os pais, fartos de a ouvir, mandaram-na ir apanhar flores ao bosque. Tinham esperança que ela, pelo caminho, se lembrasse de outra questão e se entretivesse a tentar desvendá-la. Nessa mesma altura, encontrava-se o feiticeiro mais horrível que se possa imaginar à procura de ingredientes para as suas poções e a Ritinha, ao passar, avistou o tal homem e foi ao seu encontro.

    - Olá, como se chama?

    - Hahaha! Uma menina tão pequena vem ter comigo? Querida, tu não sabes quem eu sou?

    - Não, por isso é que perguntei.

[Continua]

Andreia Filipa Dias Ferreira  Nº 3  Turma A

Por detrás das câmaras

    Hoje entro no meu quarto, pego numa caneta e num papel e escrevo uma carta sem destino nem destinatário, apenas para que no futuro me possa lembrar de quem eu era.

    Ah! Pois, esqueci-me de dizer quem eu sou. Bem, sou uma rapariga norte-americana, nasci no sul da Califórnia, mas vivo aqui há treze anos. Sim, eu sei que treze anos não é muito tempo, mas imaginem perder treze anos de memória! Agora já parece qualquer coisa… Para já não vos vou revelar o meu nome, apenas vos irei contar a minha história de vida.

    Já sabem onde nasci, quantos anos tenho, mas não sabem o motivo de eu estar a escrever isto. É que há algumas semanas atrás, ouvi os meus pais dizerem que nós nos iríamos mudar para Londres, no Reino Unido. Londres é maravilhoso e tudo o mais, mas não quero ter de deixar tudo o que vivi. Agora já não há nada a fazer, os meus pais já tomaram a decisão e só me resta fazer as malas e dizer adeus a tudo e a todos. Não é fácil passar por isso, mesmo sabendo que vou correr atrás do meu sonho de ser atriz. Custa-me dizer adeus! Mas a vida é assim, nem sempre podemos ter tudo quando e onde queremos e vou ter de superar isso.

    Em breve continuarei a escrever e tenciono continuar até voltar a casa, ou quem sabe, até ao fim da minha vida.

Francisca Moreira Castanheira Neto da Costa  Nº8  7º A

Uma pessoa diferente

Bem…podia começar pela típica expressão “Era uma vez…”, mas acho que não se encaixa neste tema, pois não é uma história de princesas e príncipes encantados. Era um dia normal na vida de Evanna, acordou bem cedo e foi para a escola. Ela era gozada todos os dias por ser diferente. Ela não ligava, mas não entendia o porquê. Até que um dia, normal, achava ela, decidiu perguntar aos colegas porque é que seria que ela era gozada. Ouviu várias respostas: “És muito magra”; “És diferente, não te encaixas”. Eram coisas que ela já estava habituada a ouvir. Mas houve uma frase, uma frase apenas que lhe chamou a atenção: “Tu não vês o mundo, mas acho que ainda o vês mais belo do que nós o vemos e que te gozamos todos os dias! Tu é linda, do jeito que és!” Ela reconheceu aquele som, era a voz do seu colega, aquele que era o líder do grupinho que adorava gozar com ela.

Ele dissera aquilo porque a sua mãe perdera a visão uns dias atrás, num acidente. Agora ele já entendia o sofrimento de Evanna. A partir desse dia, Daniel ajudou-a em tudo.

E viveram felizes para sempre… penso que já posso acabar assim.

Maria Eduarda H. Elias  Nº 17  7º A

Um pouco sobre O Principezinho

O meu livro favorito é O Principezinho, pois é uma história simples, bonita e que nos ensina muito.

O texto fala-nos de um piloto que caiu no deserto e que para não começar a ficar doido, decidiu escrever. Ele escreve sobre um rapaz muito curioso e aventureiro que andou pelo mundo, mas que queria regressar ao seu planeta, onde vivia com a sua rosa muito mandona e manienta, mas que amava muito. Decidira deixar o seu planeta durante uns tempos, para descobrir milhares de sítios e seres. Um desses seres foi uma raposa, que lhe ensinou o que era a amizade. Conheceu também muitas outras pessoas e a opinião que tem sobre elas é que são todas muito iguais, parece que não sentem, só pensam no negócio.

Ele explica ainda como chegou ao deserto, o seu desejo de sair de lá e sabe que sairá com a ajuda de uma cobra.

No final, o piloto arranja a avioneta e volta para casa com a lembrança do Principezinho, sempre que olha para uma estrela, pois este dissera-lhe que quando olhasse para o céu, ele estaria lá, feliz, no seu planeta com a sua rosa.

Eu gostei da história pois retrata muito os tempos de hoje – tenta lembrar às pessoas os bons sentimentos.

Mariana Patrício Caldeira  Nº 21  7º A

Expressão escrita livre

No dia 15 de outubro começou um dos dois dias em que mais medo tive. Aconteceram vários incêndios pelo país e um deles no meu concelho. Quando de manhã fiquei a saber o que estava a acontecer, fiquei apavorada.

Do terraço da minha vizinha eu via as chamas! Durante a tarde fui à Central e de lá via também as chamas e labaredas do incêndio que já estava em Folques, Meda de Mouros e Vila Nova de Poiares.

Na segunda-feira não tive escola. Durante a tarde ouvi tocar o sino da minha freguesia. Queria dizer que o fogo já estava mesmo perto. Passaram carros e carros com águas e comida e ainda camiões e carrinhas com os depósitos cheios de água.

O fogo já estava a ficar controlado na minha freguesia, pois estava a ser pagado pelos populares, até que chagaram os bombeiros, que em vez de o apagarem, o deixaram descontrolar.

Os populares, que tinham sido mandados embora, voltaram e salvaram a minha freguesia, que foi uma das que não ardeu. Eu agradeço muito aos populares da minha freguesia.

Matilde Alvoeiro Andrade  Nº 18  7º A